A cirurgia robótica em urologia é hoje um dos principais avanços no tratamento cirúrgico de doenças urológicas. Combinando tecnologia de ponta e precisão cirúrgica, ela permite realizar procedimentos complexos com incisões mínimas, menos dor, menor sangramento e um tempo de recuperação muito mais rápido para o paciente.
A técnica é indicada principalmente para casos de câncer de próstata, tumores renais, hiperplasia prostática benigna (HPB) de grande volume, estenose de junção pieloureteral (JUP) e outras alterações do trato urinário.
Entre as doenças tratadas com a cirurgia robótica:
- Câncer de próstata: o mais comum entre homens, geralmente assintomático em fases iniciais. A prostatectomia radical robótica permite a retirada precisa da próstata com maior preservação de nervos que controlam a ereção e a continência urinária.
- Tumores renais: podem ser descobertos tardiamente e exigem ressecção parcial (nefrectomia parcial) para preservar o rim sempre que possível. A técnica robótica permite remover apenas o tumor com mais precisão.
- HPB (Hiperplasia Prostática Benigna): condição não cancerosa comum após os 50 anos, que causa obstrução urinária. Em próstatas de grande volume, a cirurgia robótica é uma alternativa eficaz à técnica aberta.
- Câncer de bexiga: pode requerer cistectomia (remoção da bexiga). A cirurgia robótica também permite a reconstrução de uma nova bexiga com alças intestinais, quando indicada.
- Estenose de JUP: obstrução na transição entre rim e ureter, que compromete o esvaziamento do rim. A abordagem robótica oferece maior taxa de sucesso com menos trauma.
Como funciona a cirurgia robótica?
Durante o procedimento, o cirurgião comanda o robô por meio de um console. Os braços robóticos reproduzem os movimentos do médico com altíssima precisão, eliminando tremores e permitindo acesso a regiões difíceis. São feitas pequenas incisões no abdômen, por onde passam os instrumentos e a câmera com imagem 3D ampliada.
Principais benefícios para o paciente:
- Incisões menores e estética superior
- Menor sangramento e risco de transfusão
- Redução da dor pós-operatória
- Alta hospitalar precoce (24–48h)
- Retorno mais rápido às atividades
- Menor risco de complicações urinárias e sexuais
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